Existe uma diferença entre ter muitos compromissos e ter uma vida que nos interessa. A agenda pode estar lotada e, ainda assim, faltar tempo para conversar sem pressa, cozinhar, ler, caminhar, encontrar alguém querido ou simplesmente ficar sozinho. Em uma rotina cada vez mais acelerada, preservar tempo para aquilo que não precisa gerar resultado também é uma forma de autocuidado. A pergunta talvez seja menos “como fazer caber mais coisas?” e mais “o que merece ocupar meu tempo?”. Dedicar tempo para aquilo que faz sentido fortalece relações, reduz o estresse e contribui para uma vida mais equilibrada e sustentável no longo prazo. Saiba mais no hub de Longevidade no site do Jornal O Globo.
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